10 de junho de 2013

Inclusão social através da arte


Matrículas para o segundo semestre encontram-se abertas

O Centro Cultural Piollin se propõe a desenvolver ações pedagógicas no campo da arte e cultura que atendam as demandas dos seus alunos oferecendo-lhes oficinas que contemplem temáticas sobre o circo, o teatro, a leitura, a filosofia, música e meio ambiente. Diante disso, já estão disponibilizadas 80 vagas para os cursos de circo, teatro, arte da palavra e semear o planeta.

O tema gerador do projeto pedagógico do CCP em 2013 é “Permacultura, cidadania e educação”, foi escolhido primeiramente devido à missão da instituição está ligada a promoção da educação cidadã, sendo assim, a relação entre natureza e sociedade, além de se caracterizar como tema transversal que se é abordado em todas as oficinas, como o caráter de formação da cidadania.

A programação de cursos do CCP  no segundo semestre tem início no dia 15 de julho e o período de matrícula para novos alunos segue até 21 de junho. A faixa etária atendida pela instituição é de 7 a 22 anos de idade. As aulas acontecem sempre de segunda a sexta-feira das 14h às 16h30. A inscrição é gratuita.

Atividades paralelas
Além dos cursos permanentes, os alunos do CCP têm a oportunidade de participar e trocar experiências estéticas com artistas e grupos de outros estados, a exemplo do intercâmbio que terá início em março e seguirá até agosto deste ano com o músico paraibano radicado em Minas Gerais, Babilak Bah. A residência artística é realizada com recursos da Bolsa de Interações Estéticas, modalidade Criação e Experimento, da FUNARTE.

Segundo o músico, o objetivo desse intercâmbio com os alunos do Piollin é ofertar um espaço de criação e experimentação de linguagem entre o Ritmo e a Palavra em um cruzamento com o Teatro e a Arte Circense.

Também estão previstos ao longo do ano a realização de dois brechós culturais, duas mostras pedagógicas e um show solidário para mobilização de recursos para estruturação da escola de circo da instituição.

Confira a agenda completa de cursos permanentes:
Circo: 7 a 22 anos de idade
Teatro: 7 a 22 anos de idade
Arte da palavra: 7 a 12 anos de idade
Semear o planeta: 7 a 12 anos de idade

SAIBA MAIS | Permacultura
A educadora Renata Bastos, responsável pela oficina Semear o planeta, observa que a compreensão do que vem a ser Permacultura começa pela observação do meio em que se vive, as atitudes em relação às pessoas e aos recursos naturais. “Estamos reaproximando-nos de nossa verdadeira natureza, indo a favor da Nossa Natureza e não contra ela. Nos reconectando com o nosso Ser”, explica a educadora.

“Pretendemos construir um olhar curioso, entendendo de ‘onde vem e para onde vai’ os produtos (naturais ou manufaturados) que consumimos, o que usamos, no nosso dia a dia. Percebendo que nós Somos essa Natureza que muitas vezes a entendemos como algo separado, externo, quando na verdade a Natureza faz parte da gente e a gente dela. Ou seja, cada agressão a ela, é uma agressão a nós mesmos. Quando cuidamos do ambiente e dos recursos, estamos cuidando das pessoas também”, completa Renata Bastos.

Todos os conceitos que envolvem a Permacultura serão apresentados de forma lúdica, experimental e vivenciados durante a oficina, que tem como objetivo extrapolar seus limites, contagiando educandos e educadores, e também a comunidade do Roger, com a intenção de que os moradores se apropriem deste sistema de planejamento que é a Permacultura e possam assim criar e gerenciar seus próprios processos.

Desta formapretende-se planejar e gerenciar os espaços humanos, rurais, urbanos ou silvestres, cuidado do bem-estar das pessoas e da preservação da diversidade do meio-ambiente. Assim, indo a favor da natureza e não contra ela, conhecendo e participando das qualidades e características peculiares de cada sistema ambiental.

SAIBA MAIS | Centro Cultural Piollin

O Centro Cultural Piollin é uma Organização Não Governamental – ONG, sem fins lucrativos. Desenvolve ações pedagógicas no campo da arte e cultura voltadas para crianças, adolescentes e jovens do município de João Pessoa. Dentre as atividades de incentivo a cultura, acolhe iniciativas da agenda cultural da cidade, ocorrendo shows musicais, espetáculos de teatro, dança, circo, festa e diversos eventos em seu espaço físico.

A Ação Pedagógica do CCP procura responder, na cidade de João Pessoa, a essas questões, com ações de manutenção de um trabalho desenvolvido ao longo de trinta e cinco anos por atores, atrizes, artistas circenses, artes-educadoras (es), através de ações didático-pedagógicas, que tem como objetivo o desenvolvimentos integral de crianças, adolescentes e jovens, oriundos do Bairro Roger e de comunidades vizinhas prioritariamente.

Entende-se como formação integral, procedimentos metodológicos que propiciem ao individuo o autoconhecimento, o desenvolvimento crítico do seu meio sociocultural e, como resultado, leva a fazer escolhas adequadas como pessoa e cidadão.

A Ação Pedagógica, portanto, se insere numa perspectiva de possibilitar o acesso aos bens culturais tradicionalmente produzidos na Paraíba e em outras regiões, mas principalmente procura desenvolver processos de auto expressão dessas crianças, adolescentes e jovens, contribuindo para o seu desenvolvimento e consequentemente a sua capacidade de escolha e de apropriação de instrumentos e de metodologias que garantam as diversas formas de criação, elaboração e realização.

O projeto entende que o público não deva ser seja apenas receptor do produto cultural, mas também agente ativo do processo de produção artística na sua comunidade e tem como principal missão: “Estimular o potencial expressivo e de comunicação de crianças, adolescentes e jovens prioritariamente de comunidades populares, visando seu desenvolvimento pessoal e sua integração social através da educação e de atividades artístico-culturais.” 


Aboiá segue em cartaz no Piollin


O Grupo Arkhétypos, de Natal, apresenta em João Pessoa o espetáculo Aboiá, em temporada  até 16 de junho, sempre de sexta a omingo às 19h, no Centro Cultural Piollin.

Segundo informações disponibilizadas pela produção do espetáculo, Aboiá fala da terra, do sertão, da vida que emana debaixo do sol ardente, das crenças e dos mitos que habitam o imaginário do povo nordestino.

O grupo potiguar apresenta um espetáculo quântico e anacrônico, que subverte a palavra em detrimento da musicalidade e da produção gutural do som, expandindo para o corpo do ator o conceito de neologismo proposto por Guimarães Rosa.

Regionalismo na cena do grupo Potiguar

“Aboiá” é fruto de um ano e meio de pesquisa realizada pelo Grupo Arkhétypos de Teatro da UFRN e tem como foco o Teatro-Ritual, a liminaridade e a celebração, daí a circularidade, presente tanto na dramaturgia do espetáculo como na organização do espaço cênico. No “Aboiá” o público é convidado a se debruçar sobre os mourões desse universo arquetípico e participar da cena, construindo junto com o ator o sentido dessa história. Um trabalho repleto de música, de sons, de vaqueiros e de bois, e tudo isso se colapsa diante do espectador como um grande aboio que ecoa na alma.

SINOPSE ABOIÁ
...Uma terra, um boi, um menino... um som gutural, quase um canto que se projeta ao longe... um aboiá de um vaqueiro véio... Uma boiada passando e no meio do caminho uma véia pára pra proseá... “Baleia...” Um povo alegre, de muita festa e de muita fé, de muita luta e de pouca água... essa é nossa sina, Matheus embaixador... O Cão e a Morte nos tiram pra dançá... Desgraça! A vida continua... Desgraça... Violência, arapuca... Desgraça! Uma procissão reza a Ave Maria... Os demônios estão à solta e cada qual carrega consigo o peso da sua história... Festa e desgraça no terreiro de baleia... Chuva!!! Vida!! Canto! Aboiá...

SOBRE O GRUPO
O Grupo Arkhétypos teve início em março de 2010, quando o Prof. Dr. Robson Carlos Haderchpek, do Curso de Teatro da UFRN, começou a pesquisar a Comunidade da Vila de Ponta Negra - Natal/RN, local onde morava. O intuito inicial da proposta consistia em investigar as histórias da população local e a partir delas iniciar um processo de construção cênica utilizando como tema as “histórias de pescador”.

Para tanto, foi formado um Grupo de Teatro que estivesse disposto a lançar-se a campo e iniciar uma atividade de extensão na Vila de Ponta Negra. A priori, a atividade do Grupo seria conhecer um pouco da história da comunidade, participar das reuniões do Conselho Comunitário da Vila e dos ensaios dos Grupos de Manifestação Popular, acompanhando a realidade local e pesquisando o universo simbólico dos moradores.

A partir das atividades desenvolvidas na Vila e dos trabalhos realizados em sala de ensaio, o Grupo começou a estruturar um espetáculo teatral que falava do imaginário coletivo da população local: Santa Cruz do Não Sei, a vila que foi parida pelo mar.

Grande elenco desenha as cores da cultura nordestina

O Grupo foi oficializado como Projeto de Extensão da UFRN e foi batizado com o nome de Arkhétypos. A palavra é de origem grega e significa modelo primitivo, idéias inatas, conteúdo do inconsciente coletivo que foi empregado pela primeira vez por Carl Gustav Yung.

No universo mítico, esses conteúdos remontam a uma tradição, cuja idade é impossível determinar e pertencem a um mundo do passado, cujas exigências espirituais são semelhantes às que se observam entre culturas primitivas ainda existentes.

Segundo Patrice Pavis: “Os arquetipos estão contidos no inconsciente coletivo e se manifestam na consciência dos indivíduos e dos povos por meio dos sonhos, da imaginação e dos símbolos.” (1999, p.24). O que vem a coadunar perfeitamente com a proposta do Grupo, de retratar o universo simbólico e o imaginário coletivo da região.

O segundo trabalho coletivo do Grupo é o espetáculo Aboiá, que traz à tona a temática do sertanejo, da terra e da gente que vive neste lugar. Na medida em que se trabalha numa dimensão arquetípica as histórias são consequência das personagens. No Aboiá os corpos pulsam e o som antecede à existência das palavras, fazendo do ato de aboiar, um ato de encantamento e poesia.

O espetáculo Aboiá foi contemplado com o Prêmio de Teatro Myriam Muniz 2012- Categoria Montagem e fez sua estreia nos dias 03, 04 3 e 05 de maio no Barracão Clowns – Natal/RN. Tem uma temporada agendada para João Pessoa de 07 a 16 de junho e depois segue para Viena - Áustria, aonde vai se apresentar de 26 de junho a 02 de julho na Universidade de Música e Artes Cênicas de Viena.

Por fim, o Grupo Arkhétypos pensa o Teatro como ato de encontro, um ato ritualístico que transforma o espectador em uma testemunha da ação, herança dos ensinamentos do encenador polonês Jerzy Grotowsky. Com base nestes princípios o Grupo vem se apresentando, estabelecendo parcerias artísticas e trilhando um caminho de descobertas, alinhando pesquisa, formação e arte em uma perspectiva de transformação do indivíduo e da sociedade.

FICHA TÉCNICA ABOIÁ:
Direção: Robson Haderchpek
Assistente de Direção: Alex Cordeiro
Apoio Técnico: Clareana Graebner
Direção Musical: Caio Padilha
Iluminação: Ronaldo Costa
Operação de Luz: Alex Cordeiro
Maquiagem e Caracterização: Mona Magalhães
Fotografia e Projeto Gráfico: Pablo Pinheiro e Tiago Lima
Concepção Cenográfica: Ronaldo Costa e Pablo Pinheiro
Equipe de Cenografia: Ronaldo Costa, Alex Cordeiro e Grupo Arkhétypos
Figurinista: Kátia Dantas
Costureira: Fátima Brilhante
Produção: Grupo Arkhétypos
Colaboração Vocal: Mayra Montenegro
Colaboração Corporal: Lara Rodrigues Machado

Elenco:
Aldemar Pereira
Ananda Krishna
George Holanda
Izabela Câmara
João Pedro Araújo
Leila Bezerra
Luana Menezes
Lucília Guedes
Paul Moraes
Paulinha Medeiros
Tauany Thabata
Thainá Medeiros
SERVIÇO:
Dias: 14, 15 e 16 de junho de 2013
Horário: 19h
Local: Centro Cultural Piollin - Rua Professor  Sizenando Costa, s/n, Roger - Ao lado da Bica. João Pessoa/PB
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Informações: (83) 3241-6343/ (83) 8738-7373

Mostra Pedagógica Piollin - 1º semestre 2013


O Centro Cultural Piollin realiza nesta terça e quarta-feira (11 e 12 de junho) a partir das 16h a Mostra Pedagógica que marca a culminância das atividades do primeiro semestre letivo da instituição. Na ocasião serão apresentados experimentos de circo, teatro, arte da palavra, exposição de artes plásticas, além da doação de mudas e atividades ligadas à oficina Semear o Planeta.

Através do patrocínio dos Conselhos municipal e estadual dos direitos da criança e do adolescente, a instituição atendeu cerca de 50 crianças, adolescentes e jovens de diversos bairros da grande João Pessoa.
Para entender o processo de formação do Centro Cultural Piollin é necessário observar que a ação pedagógica da instituição é mantida em quatro ciclos de formação: ciclo de formação básica (I), com participantes de sete aos doze anos; ciclo de formação inicial (II), com participantes de 13 aos 17 anos; ciclo de oficinas avançadas (III) e ciclo de vivências (IV), com participantes dos 15 aos 22 anos.
Inclusão social através da arte!
No ciclo I, são oferecidas aulas de artes visuais e atividades corporais, além de ser trabalhada a relação com a palavra e informática, além das atividades recreativas; no ciclo II, inicia-se a relação com jogos recreativos e de elaboração de cenas no teatro, e o contato com as habilidades do circo, além do exercício com a palavra; já o ciclo III prevê atividades práticas e teóricas nas áreas do circo e do teatro, a elaboração de um espetáculo e atividades livres na área da cultura digital; e por fim o ciclo IV contempla atividades práticas e teóricas nas áreas do circo, teatro e produção.

DIA 11 DE JUNHO – TERÇA-FEIRA (TEATRO)
16h  – Aula aberto com canto e percussão corporal – Canto dos Escravos | Oficina de musicalidade
16h20 – Apresentação das oficinas Semear o planeta, Arte da palavra e Circo – Ciclo I
17h – O Circo no Riso – experimento das oficinas de circo e teatro – Ciclo II
17h50 – Espetáculo de circo Impactos
18h30 – Espetáculo de teatro Pedaços de peças, trepeças e presepadas.
  
DIA 12 DE JUNHO – QUARTA-FEIRA (CASA GRANDE)
16h – Sarau Poético com todos os ciclos


HALL DO TEATRO: Exposição dos trabalhos das oficinas Semear o Planeta e Arte da Palavra do Ciclo I

29 de maio de 2013

Caravana Piollin chega ao brejo paraibano


A terceira edição do Projeto Caravana Piollin chega à cidade de Pilões, localizada no Brejo da Paraíba, com os últimos espetáculos de circo e teatro da temporada 2012 de formação do Centro Cultural Piollin. As apresentações do espetáculo de circo “Impactos”, dirigida por Kléber Marone e Giovana Lima, e do espetáculo teatral “Pedaços de Peças, Trepeças e Presepadas”, com direção de Gigliolla Mello e Nyka Barros, serão nos dias 01 e 02 de junho. Ainda na programação, a trupe da caravana realiza na cidade, duas oficinas gratuitas de circo e teatro.

A cidade de Baía da Traição recebeu a Caravana no dia 18 de maio de 2013
      
A Caravana Piollin, criada em 1978 logo após a fundação da Escola Piollin – hoje Centro Cultural Piollin –, tem o intuito de proporcionar aos educandos do Ciclo III da instituição a oportunidade de estágio nas áreas de produção, gestão e de encenação, através de apresentações dos dois espetáculos produzidos como resultado das oficinas de circo e teatro dos anos de 2011 e 2012. As visitas e apresentações nas cidades, dentre estas Nova Palmeira, Baía da Traição, Mataraca e Marcação, se iniciaram no dia 18 de maio e ocorreram nos finais de semana que se sucederam. Como critério de escolha destas localidades foram consideradas a existência de grupos de artes cênicas ou de projetos de ensino formal ou informal nas áreas do circo e/ou teatro.

Segundo Marcelina Moraes, coordenadora administrativa do Centro Cultural Piollin, a experiência anterior da Caravana Piollin em 2009 reafirmou a necessidade de manutenção e ampliação de estágios com os educandos que passaram pelo ciclo I e II, que correspondem à iniciação, escolha e desenvolvimento de habilidades do circo e teatro, áreas centrais do projeto político pedagógico do Centro Cultural Piollin.

Cortejo na praia de Barra de Camaratuba

“Considera-se que para as artes cênicas convergem outras expressões, a exemplo da música, artes plásticas e literatura que contribuem para o processo de ensino- aprendizagem e, entre os objetivos específicos de formação de adolescentes e jovens, oriundos de setores populares, colaboram também para a constituição de grupos que possam exercer de forma autônoma um papel relevante na sua comunidade de origem, mas também ocupando espaços em outras localidades do estado”, observa a coordenadora.

Neste sentido, os principais focos de atenção da Caravana Piollin abrangem a manutenção do trabalho de formação de crianças, adolescentes e jovens, fortalecendo as iniciativas em que o acesso à cultura e arte compreendam a necessidade em gerar oportunidades de exercer as múltiplas possibilidades de auto expressão e organização social. A Caravana Piollin é um projeto contemplado no Programa Banco do Nordeste do Brasil (BNB) de Cultura /parceria Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) – edição 2012 e que conta com apoio do Fundo de Incentivo à Cultura Lei Augusto dos Anjos.

Programação:
Sábado (01/06/2013)
18h30min – Cortejo e apresentação do espetáculo de Circo “Impactos” na Praça em frente à Igreja do Sagrado Coração 

Domingo (02/06/2013)
15h30min – Apresentação do espetáculo de teatro “pedaços de peças, trepeças e presepadas” na Praça em frente à Igreja do Sagrado Coração



14 de maio de 2013

Espetáculo Ferreiros em nova apresentação no Piollin!

Atores experimentam o intimismo em cena
 

Os atores Claudio Albuquerque e Thiago Rodrigues reapresentam o espetáculo Ferreiros na Casa Grande do Centro Cultural Piollin no dia 23 de maio (quinta-feira), em duas sessões, às 19h30 e às 20h30. Com uma proposta intimista, dramaturgia própria e para um público máximo de 30 pessoas, a peça coloca em cena a discussão do homem civilizado com suas heranças, raízes, ética, fé, conceitos, pré-conceitos, relações e instinto. 
                                                                                             
Segundo material de divulgação fornecido pelos atores, essas relações são discutidas em cena através da figura de dois sertanejos no interior de uma casa simples, “onde um cenário corpóreo de ferro e fogo são os signos necessários para retratar a vida marcada destes, e de todos aqueles que por tentarem manter sua tradição possam vir a ser engolidos pelo tempo da urgência atual”, diz o release.

A montagem, ainda segundo o material de divulgação dos atores, tem por objetivo levar atrativo cultural e artístico ao publico e levantar a discussão sobre os rumos em que a sociedade caminha através da manutenção ou erradicação de seus conceitos em geral.

Cia de Arte Ferreiros

A Cia nasce da vontade pungente dos dois experientes atores em criarem um espetáculo que remeta ao local onde os dois foram criados e que conduz em sua veia artística criativa sendo este o carro chefe do inicio desta nova companhia de arte.

O espetáculo já possui apresentações marcadas em 2013 nos estados brasileiros de São Paulo, Tocantins, Rio de Janeiro e terá sua estreia oficial no Estado da Paraíba no Centro Cultural Piollin, após fazer a pré-estreia em março no Ateliê Casarão na cidade de Jundiaí S.P.


Ficha técnica:
Grupo: Cia de Arte Ferreiros
Criação e atuação: Claudio de Albuquerque e Thiago Rodrigues.
Direção: Claudio de Albuquerque.
Dramaturgia: Thiago Rodrigues.
Cenário e trilha: Cia de Arte Ferreiros.
Adereços: Paulo Freitas Jr. 
Operação e criação de som e luz: Arthur Martins.  

Serviço:
Quando: 23 de maiol de 2013 
Onde: Centro Cultural Piollin/Casa Grande | R. Prof. Sizenando Costa, s/n, Roger, ao     lado da Bica – João Pessoa – PB
 Hora: 19h30 e 20h30.
 Ingresso:  R$: 10,00 (inteira) R$: 5,00 (meia entrada)
 Capacidade: 30 lugares.
 Duração: 40 minutos + debate.
 Classificação etária: 12 anos.
 Contato e reservas: Thiago Rodrigues (83) 8775-5604 (OI- PB)
                                     Claudio de Albuquerque (11) 96852-3849 (VIVO – S.P.)
  E-mail: thiaggo_rodrigues@hotmail.com

SAIBA MAIS | Thiago Rodrigues
Formado em Artes Cênicas. Atuou com Roberto Cartaxo, Wolf Maia, José Renato Forner, Marcos César Duarte e Claudio Albuquerque. Participou de varias peças desde 1996, vindo a ser premiado como melhor Ator Coadjuvante no ano 2000 no festival de Teatro de Blumenau, com o espetáculo Happy Opera, e no ano de 2006 com a mesma premiação na Mostra Estadual De Teatro de João Pessoa- PB com o espetáculo, O Auto Das Sete Luas de barro, de Vital Santos.

SAIBA MAIS | Claudio de Albuquerque
Formação Livre em Artes Cênicas pela ELT- Santo André S. P. Artista atuante como Arte-educador, Palhaço, Brincante, Dramaturgo, ator e diretor Teatral, trabalhou com artistas como Antônio Araújo (Vertigem), Tiche Vianna (Barracão de Teatro), Luís Alberto de Abreu e Antônio Rogério Toscano (ELT), Fernando Guerreiro (Salvador), Ariano Suassuna e Mestre Salustiano (Pernambuco), estudou com Ricardo Puccetti (LUME), Grupo Galpão (Minas Gerais), Seres de Luz (Campinas), Doutores da Alegria (S. P.), dentre outros. Dirigiu mais de 30 espetáculos, fundou e coordenou durante cinco anos o espaço Ateliê Casarão em Jundiaí – S.P.


13 de maio de 2013

Programação da VI Semana de Luta Antimanicomial



Pela primeira vez Cabedelo recebe a iniciativa do Coletivo Canto Geral


17 de maio – sexta-feira
9h: Roda de abertura: “Uma flor que rompe o asfalto: a loucura como (R)existência
Palestrantes: Priscila Coimbra – Enfermeira, professora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Fábio Guilherme – usuário do CAPS AD – Rangel/ João Pessoa
Magda Dimenstein – Psicóloga, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Local: auditório 411 - CCHL
14h: Ato público
Local: Parque Solón de Lucena (Lagoa)
18 de maio – sábado
8h30: Dia do esporte e das Práticas Integrativas
- Torneio de futebol
-  Práticas integrativas: Yogadance, Meditação ativa
- Capoeira
Local: Ginásio Municipal de Cabedelo
18h: Cultural de Abertura: Espetáculo Carroça de Mamulengo,
Local: Juliano Moreira

20 de maio – segunda-feira
14h: Oficina de audiovisual – Marcelo Paes de Carvalho
Local Caps 1- Cabedelo
8h: Oficina de Grafite – Coletivo Grafite
Local: CAPS AD Rangel
14h: Oficina de Grafite (continuação)
Local: CAPS AD Rangel
14h: Oficina de colagem – Jorge Brasil
Local: Centro Cultural Piollin
14h: Oficina de audiovisual – Abraão Lima e Marcelo Paes de Carvalho
Local: CAPS AD Cabedelo  e CAPS 1
14h: Acolhimento e oficinas de reciclagem (Adriana – CAPS I) e “Criação com isopor” – Roosevelt- (CAPS AD)
Local: Ateliê Multicultural de Elioenai Gomes
19h: Espetáculo teatral Senzala Urbana
Local: Centro Cultural Piollin

21 de maio – terça-feira
9h: Roda de diálogo: Loucura e Cidade
Palestrantes: Bia Adura – Doutoranda na Universidade Federal Fluminense (UFF)
                        Flávia Fernando – Psiquiatra, mestranda em Estudos da Subjetividade, Psicologia na Universidade Federal Fluminense (UFF)
                        Vitor Pordeus – Médico e ator (Rio de Janeiro)
                        Chico César- Secretário de Cultura do Estado da Paraíba
Local: Praça Rio Branco
14h: Oficina de Grafite (continuação)
Local: CAPS AD Rangel
14h: CINEPSI
Local: Escola Técnica Cristo Rei
14h: CINEPSI
Local: Juliano Moreira
14h: CINEPSI
Local: CAPS i Cirandar
14h: Grupo de Discussão e Vivência – Consultório na Rua
Local: sala 402 - CCHL

22 de maio – quarta-feira
8h: Oficina de fotografia
Facilitadores: Delosmar (Comunicador Social) e Lúcio (estudante de psicologia)
Local: CAPS i Cirandar
8h30: Oficina: Uma experiência inter-semiótica com a Loucura – Babilak Bah
Local: Capela UFPB
8h: Oficina de Pin hole
Facilitadores: Edmário (Comunicador Social) e Helder (Historiador)
Local: CAPS Caminhar
8h: Oficina: Confecção de instrumentos
Facilitadores: Mara e Alcides
Local: CAPS AD Torre
14h: Roda: Urgência e Emergência
Palestrantes: Vaneide Delmiro – Psicóloga do CAPS I – Porto Cidadania - Cabedelo/PB
            Mabel Dias – Terapeuta ocupacional
Local: Auditório do CCM
14h: Oficina de Audiovisual (continuação) - Abraão
19h: Espetáculo Teatral: “Ritorno a Coralina”
Local: a confirmar
23 de maio – quinta-feira
8h30: Oficina: Uma experiência inter-semiótica com a Loucura – Babilak Bah
Local: Capela UFPB
14h: Roda de diálogo: Manicômio Judiciário e a Luta Antimanicomial
Facilitadoras: Luciana Stoimenoff B Brito - Psicóloga, doutoranda no Departamento de Ciências da Saúde da UnB. Pesquisadora da Anis - Instituto de pesquisa em bioética, direitos humanos e gênero.
Romina Moreira de Magalhães Gomes – Psicanalista, Psicóloga Judicial
do Núcleo Supervisor do PAI-PJ/TJMG, Doutoranda pela UFMG
Local: a confirmar
14h: Oficina de Papel Machê
Local: Ateliê de Neuri

24 de maio – sexta-feira
9h: Roda de encerramento: Internação Compulsória
Palestrantes: Dênis Petuco – Sociólogo, mestre em educação pela UFPB, doutorando no Programa de Pós Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora
Pedro Abromovay - Professor de direito da FGV do Rio de Janeiro e ex-secretário de Justiça
Daniel Rangel – Psicólogo do Consultório na Rua
Local: A confirmar
12h: Intervenção – Performance
Local: Praça da alegria
14h: Oficina de poesia
Facilitadores: Carlos Araújo
Local: Juliano Moreira
19h: Espetáculo Teatral –“Espetáculo Cara de Clow” (Companhia Lua Crescente)
Local: Praça Getúlio Vargas – Cabedelo
20h: Cultural em alusão à Luta Antimanimanicomial
Convites a: Banda Evoé e Banda Harmonia Enlouquece
Local: Praça Rio Branco

25 de maio – sábado
17h: Cultural de Encerramento
Apresentações Culturais: Roda de Samba CAPS AD Cabedelo; BATUCAPS (CAPS AD Rangel); espetáculo de dança Aquarela do Brasil; Apresentação Maculelê e Grupo de Percussão do CAPS Gutembergue Botelho.
Feira de artesanato dos CAPS João Pessoa e Cabedelo, mulheres do GURUGI
CAPS i Cirandar
CAPS AD Torre
CAPS AD Rangel
CAPS Caminhar
CAPS Gutemberg Botelho
CAPS I Cabedelo
CAPS AD CABEDELO
Mães de Barro - Gurugi
Associação de artesãos farol do Cabedelo
Associação Arte e Cultura nova paisagem
“Varal de poesias” – compilação de textos dos serviços
Tendas– ok - Secretária de Desenvolvimento Humano
Local: Praça da Paz

REALIZAÇÃO: COLETIVO CANTO GERAL
COLETIVO INTERDISCIPLINAR “UMA FLOR QUE ROMPE O ASFALTO” - CONSTRUTOR DA IV SEMANA DA LUTA ANTIMANICOMIAL