29 de abril de 2013

A TROÇA HARMÔNICA NO PIOLLIN

Nova geração de coletivo musical da Paraíba

A experiência sonora de quatro músicos e amigos transforma a música em elemento criativo para vários sentidos artísticos e desta forma, os jovens Chico Limeira, Gustavo Limeira, Lucas Dourado e Regina Limeira se encontram no que eles chamam de A Troça Harmônica. O espetáculo musical foi apresentado apenas uma vez em João Pessoa e terá sua segunda apresentação no Teatro Piolllin, no próximo 4 de maio, às 21h.

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Os jovens ativistas artísticos se encontram em estado declarado de música e poesia. Todos têm, já há algum tempo, envolvimento com projetos individuais em circulação na cena musical Paraíba afora. Para esse novo projeto, cada um doa um punhado de canções e se forma o show d’A Troça Harmônica.

Música que nasce do silêncio!
 O nascimento d’A Troça Harmônica surge de uma inspiração na tradição de grupos como o Musiclube da Paraíba e o Assaltarte, que marcaram a história da música paraibana ao unirem-se no propósito de fazer soar suas próprias produções em uma ação, não apenas de salvaguarda, mas também de enfrentamento da mídia que insiste em suplantar a produção local com enlatados de alhures. Desde o nome, o grupo se pretende dual. A Troça Harmônica põe, sob a mesma asa, a alegria honesta e a espontaneidade da música carnavalesca com o empenho e o suor da harmonização.


Com músicas autorais, os quatro jovens encantam pelo minimalismo
Os quatro compositores trazem para o palco experiências diversas em música e poesia, mas essencialmente coerentes, sempre tocando em um tom minimalista, dentro da perspectiva do quarteto que revisita e reatmosfera suas próprias canções. No quintal d’A Troça, tudo vale: a palavra de um no acorde do outro, convergindo em prol do novo. A instrumentação enxuta tem como alvo a valorização das composições, afinal a grandiloquência tem, por natureza, a tendência de obnubilar a beleza do simples, e é justamente por isso, que se pretende um espetáculo nu, honesto, na perspectiva do silêncio.

Estima-se um público de mais 300 pessoas na apresentação do Piollin
Em 2004, em uma entrevista para a Folha de São Paulo, o poeta maior da música popular do nosso país, Chico Buarque, supôs o fim da canção: “como a ópera, a música lírica, foi um fenômeno do século XIX, talvez a canção, tal como a conhecemos, seja um fenômeno do século XX”. Arriscado seria contrariá-lo. Mas o que é a arte senão risco? A Troça Harmônica vem, pois, na contramão da colocação do carioca, que fez história em suas canções de protesto, trilhas de espetáculos, filmes e vidas Brasil afora, para reforçar uma tradição nacional: a da palavra cantada. Tradição esta particularmente forte no Nordeste de onde são Chico, Regina, Gustavo e Lucas que exibem ainda bastante disposição e fôlego para tal tarefa, comprovando que o alinhamento da palavra na música, ao que se mostra, é uma linguagem inesgotável, e de força ainda a ser medida.


O grupo fez o seu show de lançamento no dia 04 de abril, na Usina Cultural Energisa, onde conquistou a admiração de cerca de trezentas pessoas que prestigiaram o espetáculo. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos ao preço de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (estudante). No dia do show, a bilheteria será aberta no local às 18h30.
Serviço:
O que: Show A Troça Harmônica
Onde: Centro Cultural Piollin | R. Prof. Sizenando Costa, s/n, Roger, ao lado da Bica
Quando: 04/05/2013
Quanto: R$ 10,00 e R$ 20,00
Informações: 83 3241 6343

16 de abril de 2013

ESPETÁCULO FERREIROS EM CURTA TEMPORADA NO PIOLLIN


Os atores Claudio Albuquerque e Thiago Rodrigues apresentam o espetáculo Ferreiros na Casa Grande do Centro Cultural Piollin nos dias 26, 27 e 28 (de sexta a domingo), às 20h. Com uma proposta intimista, dramaturgia própria e para um público máximo de 30 pessoas, a peça coloca em cena a discussão do homem civilizado com suas heranças, raízes, ética, fé, conceitos, pré-conceitos, relações e instinto.  

Sem recorrer ao recurso de iluminação, Ferreiros busca sensações intimistas

Segundo material de divulgação fornecido pelos atores, essas relações são discutidas em cena através da figura de dois sertanejos no interior de uma casa simples, “onde um cenário corpóreo de ferro e fogo são os signos necessários para retratar a vida marcada destes, e de todos aqueles que por tentarem manter sua tradição possam vir a ser engolidos pelo tempo da urgência atual”, diz o release. 

A montagem, ainda segundo o material de divulgação dos atores, tem por objetivo levar atrativo cultural e artístico ao publico e levantar a discussão sobre os rumos em que a sociedade caminha através da manutenção ou erradicação de seus conceitos em geral.

Dupla percorrerá o país apresentando o espetáculo

Cia de Arte Ferreiros

A Cia nasce da vontade pungente dos dois experientes atores em criarem um espetáculo que remeta ao local onde os dois foram criados e que conduz em sua veia artística criativa sendo este o carro chefe do inicio desta nova companhia de arte.

O espetáculo já possui apresentações marcadas em 2013 nos estados brasileiros de São Paulo, Tocantins, Rio de Janeiro e terá sua estreia oficial no Estado da Paraíba no Centro Cultural Piollin, após fazer a pré-estreia em março no Ateliê Casarão na cidade de Jundiaí S.P.

Ficha técnica:
Grupo: Cia de Arte Ferreiros
Criação e atuação: Claudio de Albuquerque e Thiago Rodrigues.
Direção: Claudio de Albuquerque.
Dramaturgia: Thiago Rodrigues.
Cenário e trilha: Cia de Arte Ferreiros.
Adereços: Paulo Freitas Jr.  
Operação e criação de som e luz: Arthur Martins.      

Serviço:
Quando: 26, 27 e 28 de Abril de 2013  
Onde: Centro Cultural Piollin/Casa Grande | R. Prof. Sizenando Costa, s/n, Roger, ao     lado da Bica – João Pessoa – PB
 Hora: 20h.
 Ingresso:  R$: 10,00 (inteira) R$: 5,00 (meia entrada)
 Capacidade: 30 lugares.
 Duração: 40 minutos + debate.
 Classificação etária: 12 anos.
 Contato e reservas: Thiago Rodrigues (83) 8775-5604 (OI- PB)
                                   Claudio de Albuquerque (11) 96852-3849 (VIVO – S.P.)

SAIBA MAIS | Thiago Rodrigues
Formado em Artes Cênicas. Atuou com Roberto Cartaxo, Wolf Maia, José Renato Forner, Marcos César Duarte e Claudio Albuquerque. Participou de varias peças desde 1996, vindo a ser premiado como melhor Ator Coadjuvante no ano 2000 no festival de Teatro de Blumenau, com o espetáculo Happy Opera, e no ano de 2006 com a mesma premiação na Mostra Estadual De Teatro de João Pessoa- PB com o espetáculo, O Auto Das Sete Luas de barro, de Vital Santos. 

SAIBA MAIS | Claudio de Albuquerque
Formação Livre em Artes Cênicas pela ELT- Santo André S. P. Artista atuante como Arte-educador, Palhaço, Brincante, Dramaturgo, ator e diretor Teatral, trabalhou com artistas como Antônio Araújo (Vertigem), Tiche Vianna (Barracão de Teatro), Luís Alberto de Abreu e Antônio Rogério Toscano (ELT), Fernando Guerreiro (Salvador), Ariano Suassuna e Mestre Salustiano (Pernambuco), estudou com Ricardo Puccetti (LUME), Grupo Galpão (Minas Gerais), Seres de Luz (Campinas), Doutores da Alegria (S. P.), dentre outros. Dirigiu mais de 30 espetáculos, fundou e coordenou durante cinco anos o espaço Ateliê Casarão em Jundiaí – S.P. 

10 de abril de 2013

Maleta Infância


Centro Cultural Piollin recebe do Canal Futura material pedagógico

O Canal Futura está distribuindo entre ONGS de todo o país a Maleta Infância, que reúne uma seleção em DVD do acervo mais recente do canal. O kit também oferece indicações de outras fontes audiovisuais como filmes, documentários e sites com ênfase no recorte temático dos programas, valorizando o potencial provocador e reflexivo do acervo.

Somam-se a esse material, textos inéditos e produtos lúdicos produzidos para auxiliar nas ações de mobilização das instituições contempladas com a Maleta. Segundo informações divulgadas pelo Canal Futura, a Maleta é fruto de ações de articulação com instituições de referência, que associam parte de seus acervos ao projeto.

A oficina Arte da Palavra será umas primeiras a utilizar a Maleta
As instituições que recebem o material passam por um treinamento onde são estimuladas a complementarem o conteúdo e assim provocarem nas instituições usuárias articulações inter-comunitárias a partir das temáticas apresentadas. As mesmas passam a contar com o apoio da equipe do Futura na implementação do projeto. Para ampliar o alcance do trabalho, duas versões do material são distribuídas: as Maletas completas e as Maletas básicas.

Para que o canal possa acompanhar a forma como a Maleta está sendo utilizada pelo Brasil afora, as atividades realizadas a partir do kit pedagógico devem ser cadastradas em um banco de dados virtual do projeto. Ao longo de dois anos de projeto (24 meses), serão promovidos encontros presenciais e participação do Futura nas agendas estratégicas das organizações parceiras.

O foco prioritário da Maleta Infância são crianças entre 0 e 11 anos de idade, educadores, cuidadores, comunidade escolar, ONGs e instituições que atuam na temática de educação integral.

Os parceiros em potencial do projeto são ONGs, Universidades e outras organizações que trabalham com capacitação de educadores da rede pública de ensino, além de Instituições formadoras na temática e que implementem políticas públicas de educação integral e associações civis e conselhos de apoio à Educação básica.

A produção de conteúdo do material é uma parceria entre a articulação no Semi-Árido  Brasileiro (ASA), CENDHEC - Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social, Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente de Pernambuco – CEDECA/PE, Conselho Nacional de Educação (CNE) , Fundação telefônica, Governo do Amazonas, Hospital Pequeno Príncipe, Iepé - Instituto de Pesquisa e Formação Indígena
Itau social / Cenpec, Ministério Público do Trabalho (MPT), Prefeitura Municipal de Fortaleza, Radio Margarida, Rede Marista, Rede Nacional Primeira Infância, Safernet e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.